terça-feira, 14 de junho de 2011

Mini poesia



É preciso que se considere a efemeridade da vida, das palavras, das conversas, das pautas, de tudo.
É preciso que se entenda que tudo passa
e rápido
Que tudo acaba
quando nem bem começou
Aquela conversa esperada
A tal festa sonhada
Tudo vem e vai
Sem mais, nem menos
Quando vemos, já é tarde, acabou
Entao por que tanto abalo? Tanta euforia, correria?
Por que tanto drama, tanto cinema, tanta folia?
Não entendo para que tudo isso
Bastasse o verso, o gesto, a intenção, a poesia
E então seríamos mais serenos, mais calmos, tranquilos
Mais, do mesmo, mesmo.
Em paz
E isso diz tudo.

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